Home Data de criação : 07/06/04 Última atualização : 10/01/27 04:18 / 196 Artigos publicados
 

Congresso de fotografia de casamento invade SP  (Cidades/Cotidiano) escrito em quarta 27 janeiro 2010 04:18

Foto: VINICIUS MATOS


Por Alan Morici


Já está tudo pronto para o maior evento de fotografia de casamento
da América Latina, a
WEDDING BRASIL 2010.


Em sua segunda edição, o evento promete ser ainda maior, a começar pela duração: 03 (três) dias de congresso (29 horas de congresso) e mais 03 (três) dias de workshops (23horas de workshops).


Com foco na fotografia de casamento, o Wedding Brasil, é uma grande oportunidade para o fotógrafo profissional desta área trocar informações, experiências, se reciclar e se atualizar neste campo que não para de crescer.


O evento acontecerá entre os dias 3 e 8 de Abril dividido em duas partes:


O congresso Wedding Brasil será realizado no Auditório Simon Bolívar no Memorial da América Latina em São Paulo-SP, nos dias 6,7 e 8 em quanto os workshops do Wedding Brasil se realizarão no Studio Six, também em São Paulo-SP nos dias 3,4 e 5.


Para mais informações acesse:
http://www.editoraphotos.com.br/wb2010/congresso.asp

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A Paradinha da Discórdia  (Esportes) escrito em terça 09 fevereiro 2010 01:15

O gol do garoto Neymar reacendeu a polêmica da "paradinha". Foto: GazetaPress

Por Anderson SIlva

A "paradinha" do garoto Neymar na cobrança da penalidade máxima no jogo entre Santos e São Paulo, no último domingo, 07 de fevereiro, foi - e ainda é - motivo de discussão.

Eu era contra essa artimanha dos jogadores (coisa que o Rogério Ceni fez várias vezes), mas fui convencido pelo argumento do  ex-árbitro e atual comentarista da Transamérica, Oscar Roberto Godói: "O pênalti é para beneficiar o atacante".

Com essa frase, dita por Godói no programa "Papo de Craque - 2ª edição", tudo ficou claro. Se um jogador faz falta dentro da área, impedindo (na maioria das vezes) o gol do adversário, ele tem que ser punido com o pênalti.

Seguindo o raciocínio do comentarista, a "paradinha" beneficia o atacante e pune o goleiro rival. Godói ainda compara a infração com o lance livre do basquete. Ou seja, quem faz o pênalti já tem que contar com o gol adversário.

E o goleiro que se vire para tentar defender. Muito justo. Veja o lance abaixo e dê sua opinião: A "paradinha" deve continuar ou não no futebol brasileiro?

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Um salve a Robin Williams por Danilo Gentili  (Crônicas) escrito em quinta 28 janeiro 2010 03:55

Por Alan Morici

Não costumo postar textos de outros autores senão dos responsáveis por este blog, porém, um texto escrito, ou pelo menos publicado por Danilo Gentilli em seu blog, me chamou a atenção não só pela competência irônica que este cara tem pra fazer tudo o que faz, mas principalmente por minha concordancia na íntegra em relação a opinião expressada no texto. É por essa e outras, que digo que sou fã desse cara e reproduzo como minhas as palavras as dele. Parabéns Danilo.

Abaixo texto publicado por Danilo Gentilli no site http://danilogentili.zip.net/arch2009-12-01_2009-12-31.html

UMA PIADA PARA ROBIN WILLIANS

Uns anos atrás os Simpsons vieram pro Brasil. Homer foi sequestrado. Bart ficou excitado com a loira de shorts enfiado na bunda que apresentava um programa infantil na TV. O menino pobre que a Lisa ajudou não tinha o que comer mas estava muito feliz desfilando no Carnaval.

 Esses dias Robin Willians falou: "Claro que o Rio ganhou de Chicago a sede das Olimpíadas. Chicago levou Michele e Oprah e o Rio levou 50 strippers e 500g de cocaína".

 Eu ri!

 Advogados, autoridades e populares manifestaram suas revoltas nos dois casos. Eles não se revoltam, não se mobilizam, não processam, não abrem inquéritos, não fazem passeatas quando o sequestro, a loira vagabunda apresentadora de programa infantil, a idiotice do carnaval, o tráfico de drogas e a prostituição acontece na vida real bem debaixo dos nossos narizes. Eles se revoltam só quando usam isso pra fazer piada.

 A piada realmente boa sempre ofende alguns e mata de rir outros por um motivo simples: A boa piada sempre fala de uma verdade. Num País onde aprendemos a mentir, enganar, roubar, tirar vantagem desde cedo a verdade não diverte. Assusta. O cara engraçado pro brasileiro é sempre aquele que fala bordões manjados, dá cambolhatas no chão em altas trapalhadas, conta piadas velhas, imita o Silvio Santos ou faz um trocadilho bobo mostrando ser um ignorante acerca dos assuntos. Esses bobos passivos nos deliciam porque não incomodam ninguém! Ao contrário! Demonstram ser verdadeiros tolos, dando a nós, um povo de baixa-estima, a sensação que somos superiores a eles. Adoramos isso! Odiamos mesmo o cara que faz um gracejo com uma verdade inconveniente. Pro brasileiro isso é como o alho pro vampiro. Esse cara merece ser execrado. Brasileiro odeia a verdade.

 O brasileiro é uma gorda de 300 kilos que odeia ouvir que é gorda. Ela faz um regime pra parar de ouvir isso? Não! Regime e exercicio dá muito trabalho. É mais fácil ir no shopping, comprar roupa de gente magra, vestir e depois acomodar a bunda na cadeira do McDonalds. O problema é que nem todo mundo é obrigado a engolir que aquela fábrica de manteiga é a Barbie só porque está com a roupa da Gisele Bundchen. Então é inevitável que mais hora menos hora alguém da multidão grite: "Volta pro circo!" ou "Minha nossa! É tão gorda que a Endoscopia dela vai ter que ser uma produção de Steven Spielberg!". Então a gorda chora. Se revolta. Faz manha. Ameaça. Processa. Porque, embora ela tentou se vestir como uma magra, no fundo a piada a fez lembrar que ela é mais gorda que a conta bancária do Bill Gates. A auto-estima dela tem a profundidade de um pires cheio de água.

 Ao invés de dizer que Robin Willians tem dor de corno, o prefeito do Rio devia primeiro cuidar da sua dor de mulher de malandro. Sabe? Mulher de malandro sim, aquela que apanha, apanha, apanha mas engole os dentes e  o choro porque acha que engana a vizinha dizendo: “Eu tenho o melhor marido do mundo”.

 Advogados que já são alvos de piadas por outros motivos deveriam evitar pegar um caso onde se processa um humorista por uma piada. Na verdade, no caso do Robin Willians ao invés de processo deveriam enviar pra ele uma carta de gratidão. Pense que ele estava num dos melhores programas de TV e só falou de puta e cocaína. Ele poderia ter falado por exemplo, que o turista que vier pra Olimpiadas se não for roubado pelo taxista será no calçadão. Poderia também ter dito que o governo e a polícia brasileira lucram com aquela cocaíca do morro carioca que ele usou na piada. E se ele resolvesse falar algo como: “As crianças do Brasil não assistirão as Olimpíadas porque estarão ocupadas demais se prostituindo”? A.. E se ele resolvesse lançar mais uma piada do tipo: “Brasileiro é tão estúpido que se preocupa com o que um comediante diz, mas não se preocupa no que o político que ele vota faz”?

Muitas são as piadas que poderiam ter sido feitas. Quem é imbecil o suficiente para se incomodar com piada, não seja injusto e agradeça Robin Willians porque ele só fez aquela.

E depois brasileiro se acha no direito de fazer piada dizendo que o Português é que é burro.

 

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Kajuru Estreia Bem (Apesar do Crônometro)  (TV) escrito em terça 26 janeiro 2010 19:44


"Kajuru Sob Controle", na TV Esporte Interativo, tem formato interessante, mas peca por "podar" apresentador.

Foto: Divulgação.


Estreiou ontem, 25 de janeiro ao vivo, o programa "Kajuru Sob Controle" na TV Esporte Interativo (sintonize por parabólica ou assista a programação online, no site do canal).

O programa, com 15 minutos de duração no qual o jornalista emite sua opinião sobre diversos assuntos com tempo cronometrado, vai ao ar de segunda a sexta, às 20 horas.

Sob a "ordem" da apresentadora Melissa Garcia, Kajuru tem, em média, 2 minutos para falar o que pensa de determinados acontecimentos que surgem na tela de uma tv instalada no estúdio da atração.

E é aí que está o maior problema do programa: cortar o jornalista no ápice de seu raciocínio é lamentável. Tudo bem que essa é a proposta embutida no nome, mas isso deixa o "Kajuru Sob Controle" um pouco chato.

Melissa fica contando quantos segundos faltam para que o jornalista fale sobre o assunto, não o deixando, algumas vezes, terminar (fica parecendo um jogo dos programas do Silvio Santos).

Claro que Jorge Kajuru, se continuasse a dizer tudo o que quisesse, não teria mais espaço, fato a se lamentar.

Outro ponto negativo no programa (que com o tempo pode e deve melhorar) é o "corte" de câmera, deixando de mostrar, em várias oportunidades, o jornalista enquanto ele fala.

Com todos esses "problemas" será que não tem nada de bom no "Kajuru Sob Controle"? Claro que tem. Além de trazer um dos grandes jornalistas a frente de um programa em rede nacional, há ainda a interatividade (marca do canal) com o telespectador.

O internauta pode participar (pelo site ou
twitter do Esporte Interativo) propondo o último assunto que será abordado por Kajuru.
O erros de arbitragem de Carlos Eugênio Simon (nosso representante na Copa da África) foi o assunto escolhido para encerrar o programa de estreia.

Kajuru não se conteve e soltou um "Simon, eu odeio você!", além de chamar o juiz de "politiqueiro" e "amigo dos homens". Boa estreia, apesar das ressalvas.
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E O Futebol Volta às Origens Inglesas...  (Esportes) escrito em terça 22 dezembro 2009 16:47

Imagem: Divulgação.

Por Anderson Silva

Não. Não voltaremos a jogar com bolas de capotão e nem sem patrocínio nas camisas dos clubes. O título desse post tem a ver com a mensagem estampada no uniforme "comemorativo" do Fluminense.

Em primeiro lugar, quero dizer que só no Brasil mesmo para lançarem uma camisa comemorando o fato de um time conseguir escapar do rebaixamento para a segunda divisão do Brasileiro. Não fizeram mais do que a obrigação!

O segundo ponto curioso é o "merchan" da fornecedora de material esportivo do tricolor das laranjeiras, a Adidas, bem destacado na camisa do clube. Como todos sabem, o slogan da marca é "Impossible is Nothing" (nada é impossível).

Por quê curioso? Pelo simples fato de estarmos no Brasil e, a cada dia que passa, incorporarmos as expressões (nesse caso uma frase) da língua inglesa em todos os lugares. Lastimável...

A Adidas poderia abrir uma exceção e colocar a frase em português. Aposto que eles não íam perder em nada, já que mais brasileiros saberíam o que está escrito. 

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